Nas últimas semanas, muitos leitores têm comentado sobre as mudanças na plataforma Skoob. A nova interface, embora mais moderna, gerou bastante insatisfação entre os usuários antigos que estavam acostumados com o modelo anterior – mais simples, funcional e, para muitos, melhor.
Eu uso o Skoob desde 2014. São mais de dez anos de registros de leituras, resenhas, trocas e interação com outros leitores. Era como um cantinho nosso, sabe? Um lugar onde encontrávamos pessoas que compartilhavam da mesma paixão pelos livros. E agora, com essa nova versão, muita coisa mudou – e não apenas a interface.

A plataforma do Skoob foi fundada em janeiro de 2009 pelo desenvolvedor brasileiro Lindenberg Moreira e se tornou uma grande rede social colaborativa para leitores no país – para mim, a versão brasileira do Goodreads.
Em resumo o que está acontecendo é um seguinte: em 2021, o Skoob foi adquirido pela Americanas e, posteriormente, vendido para a Skeelo. Desde então, várias mudanças vêm sendo implementadas, e houve uma maior recentemente tanto no site como no aplicativo.
Tenho visto (e sentido) o descontentamento de muitos usuários (eu sou uma). A sensação de que algo querido foi tirado sem aviso. A nostalgia bate forte quando lembramos do modelo antigo.
Essa mudança me fez pensar sobre como nos tornamos dependentes de certos aplicativos. Eles não são só ferramentas – são extensões da nossa rotina. Quando algo muda de forma abrupta, é natural que surjam desconfortos e um sentimento de perda.
Ainda é cedo para saber como a comunidade vai se adaptar e o que mais mudará por lá. Mas, por via das dúvidas, vou atualizar minha planilha de excel com todos os registros das minhas leituras.

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